domingo, 29 de abril de 2012

Clério Borges na Paraíba 2012

SAPÉ - PARAÍBA
Terra natal
do poeta Augusto dos Anjos

Biografia do Poeta

História de Sapé

Pau D'Arco

Usina de Santa Helena

Cruz do Espírito Santo




POETA AUGUSTO DOS ANJOS

BIOGRAFIA - Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos, o Poeta Augusto dos Anjos nasceu em Engenho Pau d'Arco, local denominado atualmente de Usina de Santa Helena e que já foi chamado de Cruz do Espírito Santo, atualmente Município de Sapé, em 20 de abril de 1884. Faleceu na cidade de Leopoldina, em Minas Gerais em 12 de novembro de 1914. Foi um poeta brasileiro pré-modernista que viveu de 1884 a 1914. Sua obra “Eu e Outras Poesias”, foi publicada dois anos antes de sua morte.
Precoce o poeta brasileiro compôs os primeiros versos aos 7 anos de idade. Foi educado nas primeiras letras pelo pai e estudou no Liceu Paraibano, onde viria a ser professor em 1908. Lecionou literatura no Liceu Pernambucano e no Rio de Janeiro, geografia, na antiga Escola Normal e no Colégio Pedro II. A nota predominante em sua temática é a morte, a morbidez, o pessimismo; seus versos, vazados em forma lapidar e de metrificação disciplinada e musical, encerram, por vezes, extravagâncias vocabulares até então inusitadas, em que enxameiam termos técnicos, alguns intrincados e antieufônicos, valorizados, porém, pela expressividade trágica que lhes comunicava o poeta. Em 1903, ingressou no curso de Direito na Faculdade de Direito do Recife, bacharelando-se em 1907. Em 1910, casa-se com Ester Filiado. Sua família vende o Engenho Pau d’Arco. Sem conseguir licenciar-se, demite-se do Liceu Paraibano e embarca com a mulher para o Rio de Janeiro. Hospeda-se em uma pensão no Largo do Machado, mudando-se em seguida para a Avenida Central. Termina o ano sem conseguir um emprego. Em 1911, Ester, grávida de seis meses, perde a criança. Augusto é nomeado professor de Geografia, Corografia e Cosmografia no Ginásio Nacional (atual Colégio Pedro II). Nasce sua filha Glória. Muda constantemente de residência. Em 1912, colabora no jornal O Estado. Em 1913, nasce seu filho Guilherme Augusto. É nomeado diretor do Grupo Escolar de Leopoldina, para onde se transfere. Doente desde 30 de outubro falece às 4 horas da madrugada de 12 de novembro de 1914, de pneumonia, em Leopoldina MG.
Suas poesias trazem marcantes sentimentos de pessimismo e desânimo, além de inclinação para a morte. Com relação à estrutura, pode-se dizer que suas poesias apresentam rigor na forma e rico conteúdo metafórico.
Morreu ainda jovem (em 1914) devido a uma enfermidade pulmonar, deixando para trás suas carreiras de promotor público (formou-se em Direito em 1906) e de professor, além de sua única e marcante obra.

O povoado de Engenho Pau d'Arco, atual Usina de Santa Helena, está atualmente no município de Sapé, Estado da Paraíba, na região também do povoado de Cruz do Espírito Santo, hoje povoado já emancipado transformado em Município. (A Usina Santa Helena data de 1917 quando surgiu com o nome de Usina Bonfim, em Sapé, na várzea do rio Una). Augusto foi educado nas primeiras letras pelo pai e estudou no Liceu Paraibano, onde viria a ser professor em 1908. Precoce poeta brasileiro, compôs os primeiros versos aos sete anos de idade.
Em 1903, ingressou no curso de Direito na Faculdade de Direito do Recife, bacharelando-se em 1907. Em 1910 casa-se com Ester Fialho. Seu contato com a leitura, influenciaria muito na construção de sua dialética poética e visão de mundo.
Com a obra de Herbert Spencer, teria aprendido a incapacidade de se conhecer a essência das coisas e compreendido a evolução da natureza e da humanidade. De Ernst Haeckel, teria absorvido o conceito da monera como princípio da vida, e de que a morte e a vida são um puro fato químico. Arthur Schopenhauer o teria inspirado a perceber que o aniquilamento da vontade própria seria a única saída para o ser humano. E da Bíblia Sagrada ao qual, também, não contestava sua essência espiritualística, usando-a para contrapor, de forma poeticamente agressiva, os pensamentos remanescentes, em principal os ideais iluministas/materialistas que, endeusando-se, se emergiam na sua época.
Essa filosofia, fora do contexto europeu em que nascera, para Augusto dos Anjos seria a demonstração da realidade que via ao seu redor, com a crise de um modo de produção pré-materialista, proprietários falindo e ex-escravos na miséria. O mundo seria representado por ele, então, como repleto dessa tragédia, cada ser vivenciando-a no nascimento e na morte.
Dedicou-se ao magistério, transferindo-se para o Rio de Janeiro, onde foi professor em vários estabelecimentos de ensino. Faleceu em 12 de novembro de 1914, às 4 horas da madrugada, aos 30 anos, em Leopoldina, Minas Gerais, onde era diretor de um grupo escolar. A causa de sua morte foi a pneumonia.
Durante sua vida, publicou vários poemas em periódicos, o primeiro, Saudade, em 1900. Em 1912, publicou seu livro único de poemas, Eu. Após sua morte, seu amigo Órris Soares organizaria uma edição chamada Eu e Outras Poesias, incluindo poemas até então não publicados pelo autor.

Um personagem constante em seus poemas é um pé de tamarindo que ainda hoje existe no Engenho Pau d'Arco. Seu amigo Órris Soares contou que Augusto dos Anjos costumava compor "de cabeça", enquanto gesticulava e pronunciava os versos de forma excêntrica, e só depois transcrevia o poema para o papel. De acordo com Eudes Barros, quando morava no Rio de Janeiro com a irmã, Augusto dos Anjos costumava compor no quintal da casa, em voz alta, o que fazia sua irmã pensar que era doido. Embora tenha morrido de pneumonia, tornou-se conhecida a história de que Augusto dos Anjos morreu de tuberculose, talvez porque esta doença seja bastante mencionada em seus poemas.

Augusto dos Anjos é autor de um único livro, "Eu" (1912), que, a partir da 2.ª edição, póstuma, se publicou com o título de "Eu e outras poesias" (1919).

HISTÓRIA - Cruz do Espírito Santo é um dos municípios mais antigos da Paraíba. Suas terras foram habitadas pelos índios Tabajaras antes da conquista pelos portugueses, que implantaram engenhos e iniciaram o plantio de grandes canaviais. O povoado que deu origem ao município começou na margem esquerda do rio Paraíba, perto do Engenho Espírito Santo de propriedade do português Manoel Pires Correia. Conta a tradição que por volta de 1789, o rio Paraíba sofreu uma grande enchente deixando, onde hoje é a praça Rio Branco, uma cruz de madeira. Os habitantes adicionaram a palavra Cruz ao nome do povoado Espírito Santo. Na época o povoado pertencia ao município de Pilar e desmembrou-se. Lei estadual nº 40 de 7 de março de 1896 deu a categoria de município a Espírito Santo, que também passou a abrigar a sede do município de Pedras de Fogo, extinto pela mesma Lei estadual nº 125 de 7 de novembro de 1896. Em 1914 outra grande enchente do Rio Paraíba obrigou a sede do município passar para o município de Sapé até 1935 quando o Coronel José Francisco de Paula Cavalcanti, o “Cazuza do trombone”, então Deputado Estadual conseguiu que Cruz do Espírito Santo fosse restabelecido. Em 1943 o nome do município foi mudado para Maguary. Em 1948 voltou a ser Cruz do Espírito Santo. A estação de Espírito Santo foi inaugurada em 1883 pelo Conde D’Eu. Railway Company Limited, antigamente, em dias alternados, três a quatro locomotivas cruzavam a estação local que distava 800 metros da cidade. O município de Cruz do Espírito Santo se destacou por muito tempo. Cruz do Espírito Santo é terra natal do poeta Augusto dos Anjos e do ex-ministro da fazenda Maílson da Nóbrega. Em 1985, ano atípico pelas chuvas que alagaram várias cidades do Nordeste, Cruz do Espírito Santo foi completamente alagada pelo rio Paraíba, o que trouxe grandes transtornos para a cidade e para a população em geral.
Sapé é um município brasileiro do Estado da Paraíba, está localizado na microrregião de Sapé. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2010 sua população era de 50.151 habitantes sendo o décimo mais populoso do Estado e o mais populoso de sua microrregião. Está a 55 km de João Pessoa e a 75 km de Campina Grande. Área territorial de 316 km².
É também conhecida como a cidade do abacaxi, por ser um exportador do produto na região, é também a terra do grande poeta Augusto dos Anjos, que nesse século foi nomeado o paraibano do século, pela rede de televisão "TV Cabo Branco".

Os índios potiguares foram os primeiros habitantes onde hoje se situa a cidade de Sapé. No início do século XVII, o português Manoel Antônio Fernandes, fundou o núcleo do município, juntamente com os senhores Urbano Guedes Gondim e Simplício Alves Coelho, responsáveis pela construção da primeira capela. Surgiram os primeiros engenhos primitivos, com destaque para o engenho Lagoa Cercada e a propriedade denominada “Buraco”, depois engenho Conceição, onde hoje está situada a sede do município.
A denominação Sapé originou-se da existência de um tipo de capim abundante na região, conhecido pelos indígenas como “Eça-pé”, quer dizer: “o que ilumina o caminho”, o que dá claridade.

Imagem da antiga estação ferroviaria.A partir da estrada de ferro Great Western, em 1882, ligando Itabaiana ao Rio Grande do Norte, e com a construção da estação Ferroviária na localidade, surgiram outras edificações, atraindo pessoas de localidades próximas, como Pedras de Fogo, Pilar, Mamanguape e Guarabira, formando então o povoado.
Em 7 de março de 1896, com a Lei nº 40, foi criado o município de Espírito Santo, com seu desmembramento da cidade de Mamanguape. Os povoados Cruz do Espírito Santo e Vila de Pedras de Fogo foram transferidos para o novo município. Na divisão Administrativa de 1911, Espírito Santo, que era sede, Sapé, Sobrado e São Miguel de Taipu.
Em 1º de dezembro de 1925, por determinação da lei nº 627, do então Presidente do estado da Paraíba, Doutor João Suassuna, foi criado o município de Sapé, elevado à categoria de vila. Atualmente compreende o município de Sapé, apenas o distrito de Renascença, visto que Sobrado e Riachão do Poço já se emanciparam politicamente.

Sapé foi fundada em 1883, com o surgimento da estação ferroviária Great Western. O povoado que surgira ás margens da pequena estação, desenvolvia-se, alcançando em 01 de dezembro de 1925 a sua emancipação política.
Berço de grandes personalidades, a cidade se destacou na política, nas artes, na economia e nos grandes movimentos sociais, notadamente na atuação das Ligas Camponesas.
Nas letras, tem no poeta Augusto dos Anjos seu maior ícone. Autor de única obra intitulada Eu, Augusto é detentor de um estilo suii generis, o que o tornou conhecido e admirado em todo o mundo.

A sede municipal, a 123 m de altitude do nível do mar, tem sua posição geográfica definida pelo paralelo de 7º 05’ 38” de latitude sul, em sua intersecção com o meridiano de 35º 13’ 58” de longitude oeste.
O município tem clima tropical com máxima de 32 graus e mínima de 18 graus. As chuvas começam em março e terminam em julho.
Na hidrografia conta com os Rios Miriri, Gurinhém, e o Riacho de São Salvador.

Significado - Sapé e o nome popular de uma variedade de capim, também chamada de capim-agreste. É um tipo de capim, de folhas longas, que foi muito usado em cobertura de casas para moradia de povos muito pobres, principalmente no interior de Minas Gerais. Eles não podiam adquirir telhas de cerâmica, então usavam o "CAPIM SAPÉ" como telhado, inclusive, quando havia chuvas com granizo, a cobertura de sapé era totalmente impermeável, não deixando as pedras de gelo cairem dentro da casa, o que os telhados de cerâmica não evitava.



Escritores visitam Sapé e o local onde nasceu e foi batizado Augusto dos Anjos

Augusto dos Anjos - Há 100 anos, o escritor Augusto dos Anjos publicava sua obra literária, “Eu”, nome do único livro de poesia escrito pelo autor. Para comemorar os cem anos da obra, a Prefeitura de Sapé realizou uma vasta programação cultural com visitas guiadas ao Memorial Augusto dos Anjos e ao famoso pé de tamarindo, na comunidade Santa Helena, zona rural do município, local onde funcionava a já extinta Usina Santa Helena. Na ocasião também estava sendo comemorado os 128 anos de nascimento do Poeta. Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu no Engenho Pau d'Arco, hoje Sapé, Paraíba, no dia 20 de abril de 1884.

Os participantes do Encontro dos Escritores, no dia 19 pela manhã, em ônibus especial se dirigiram de João Pessoa até o Município de Sapé, (cerca de uma hora de viagem), onde está localizada a Fazenda onde Augusto dos Anjos nasceu. Na Fazenda, (hoje Memorial de Augusto dos Anjos), todos visitantes foram recebidos pelo Prefeito Municipal, João Clemente Neto e pela Secretária de Educação, professora Maria América de Castro.

Alunos da rede pública estiveram participando do evento cultural que lembrou a vida e a obra de um dos maiores gênios da nossa literatura. Além da Saudação do Prefeito e do Presidente da UBE PB, houve apresentação de estudantes e uma professora lembrou a figura de Guilhermina, a negra ama de leite, que amamentava Augusto dos Anjos e lembrada em uma de suas poesias. Ao final todos visitaram a Igreja de Santa Helena, onde o Poeta Augusto dos Anjos foi batizado e depois se dirigiram ao pé da árvore Tamarindo, onde Augusto escrevia suas poesias. No local um ator, em excelente performance, apresentou poemas do grande Poeta Augusto dos Anjos.

O prefeito João Clemente Neto, em entrevista ao Jornalista Arlindo Almeida da Nóbrega, de São Paulo e ao Escritor Clério José Borges, do Espírito Santo, disse que o acontecimento demonstra a versatilidade dos eventos promovidos pela prefeitura, oferecendo cultura e entretenimento aos sapeenses e visitantes, “nossa gestão tem procurado promover eventos diversificados, mantendo as tradições culturais, festivas e religiosas, propiciando diversão, cultura e o resgate de nossos valores, ressaltou o prefeito de Sapé."


POESIAS DE AUGUSTO DOS ANJOS

Versos íntimos

Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão -- esta pantera --
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
o beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!


Psicologia de um vencido

Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênesis da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.

Profundíssimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância...
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.

Já o verme — este operário das ruínas —
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,

Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há-de deixar-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!


Vandalismo

Meu coração tem catedrais imensas,
Templos de priscas e longínquas datas,
Onde um nume de amor, em serenatas,
Canta a aleluia virginal das crenças.


Na ogiva fúlgida e nas colunatas
Vertem lustrais irradiações intensas,
Cintilações de lâmpadas suspensas
E as ametistas e os florões e as pratas.


Como os velhos Templários medievais
Entrei um dia nessas catedrais
E nesses templos claros e risonhos...


E erguendo os gládios e brandindo as hastas,
No desespero dos iconoclastas,
Quebrei a imagem dos meus próprios sonhos!



Vozes da morte

Agora, sim! Vamos morrer, reunidos,
Tamarindo de minha desventura,
Tu, com o envelhecimento da nervura,
Eu, com o envelhecimento dos tecidos!

Ah! Esta noite é a noite dos Vencidos!
E a podridão, meu velho! E essa futura
Ultrafatalidade de ossatura,
A que nos acharemos reduzidos!

Não morrerão, porém, tuas sementes!
E assim, para o Futuro, em diferentes
Florestas, vales, selvas, glebas, trilhos,

Na multiplicidade dos teus ramos,
Pelo muito que em vida nos amamos,
Depois da morte inda teremos filhos!
 


Fim de algumas das belas poesias de Augusto dos Anjos.




Encontro da União Brasileira de Escritores da Paraíba, realizado de 19 a 21/04/2012

Com a presença, na abertura solene, do Secretário Estadual de Cultura da Paraíba, Francisco César Gonçalves, o conhecido Cantor e Compositor Chico Cesar, a União Brasileira dos Escritores da Paraíba (UBE PB), presidida pelo Escritor Ricardo Bezerra, realizou de quinta-feira (19 de Abril de 2012) até o sábado (21) o 2º Encontro de Escritores e Entidades Culturais, com uma programação composta por palestras, oficinas, exibição de vídeos e discussões sobre temas envolvendo variados campos da cultura. O encontro aconteceu no Cine Teatro Bangüê, nas dependências da Fundação Espaço Cultural da Paraíba José Lins do Rêgo (Funesc), na Av. Abdias Gomes de Almeida, nº 800, Tambauzinho, João Pessoa.

Foram registradas as presenças dos Escritores: Clério José Borges de Sant Anna, representando o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e o Clube dos Poetas Trovadores Capixabas, CTC; Rogério Salgado, Virgilene Araújo e Ana Paula Generoso, os três de Belo Horizonte, MG; Socorro Evangelista, de Natal, RN; Arlindo da Nóbrega e Luis Avelima, ambos paraibanos há muitos anos radicados em São Paulo; Joaquim Maria Botelho, presidente Nacional da UBE (São Paulo); Edwaldo Arantes, presidente do Instituto do Livro, de Ribeirão Preto; Estudioso do Teatro, Hersch Basbaun; Levi Bucalem Ferrari, RJ; Bruno Gaudêncio, Campina Grande; Cássio Cavalcante, Recife; Rogéria Gomes, do Rio de Janeiro; Carlos Souza, Presidente da UBE da Bahia; Menalton Braff, de São Paulo; Zenaide Emília Thomes Borges, da Serra, ES e Nilza Queiroz Freire, de Cuiabá, Mato Grosso, além de vários Escritores e poetas locais.




LIVROS DE CLÉRIO JOSÉ BORGES



Historiador, Poeta e Trovador Capixaba, o Escritor Clério José Borges nasceu em 15/09/1950, no bairro de ARIBIRI, Município de Vila Velha, ES. Funcionário Público Estadual Aposentado no Cargo de ESCRIVÃO, trabalhando durante 35 anos, tendo recebido ELOGIOS e Medalhas de Bronze, Prata e Ouro da Polícia Civil do Espírito Santo. Em 1970, estudou Direito em Cachoeiro de Itapemirm, onde no Concurso Vestibular passou em 3º Lugar, com mais de 400 participantes concorrentes na época. Estudou também Direito e Pedagogia na UFES - Universidade Federal do Espírito Santo, sem concluir tais Cursos. Fundou e foi o 1º presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, ALEAS. Fundou e preside o Clube dos Poetas Trovadores Capixabas, CTC. Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico do ES. Foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, durante CINCO anos, de 04/01/1989 a 18/02/1993, onde foi eleito e atuou como Secretário de Plenário, na gestão do Presidente Marien Calixte e Vice-presidente do CEC-ES, na gestão do Presidente, Sebastião Ribeiro Filho (Tião Xará). Após 18/02/1993 e até o ano 2000, passou a pertencer à Câmara de Literatura do referido Conselho, CEC-ES, Conselho Estadual de Cultura do Estado do Espírito Santo, afastando-se depois definitivamente. Destacou-se no CEC-ES no tombamento Estadual das ruínas da Igreja de São José do Distrito de Queimado, na Serra, ES, no tombamento dos remanescentes da Mata Atlântica no Espírito Santo e na luta pela restauração da Igreja de São João Batista de Carapina, Serra, ES. Conselheiro Titular da Área de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Cidade da SERRA, Espírito Santo, desde 24 de Setembro de 1997, quando o Conselho foi criado, sendo o atual Vice Presidente do Conselho Municipal de CULTURA da Cidade da Serra, ES. É morador da SERRA, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano, titulo conferido pela Câmara Municipal da Serra em 26 de Dezembro de 1994. Senador da Cultura, pela Sociedade de Cultura Latina, SCL. Correspondente da Academia CACHOEIRENSE de Letras, (ES); da Academia PETROPOLITANA de Letras, da Cidade de Petrópolis,(RJ). JOÃO PESSOA - PARAÍBA - Dia 19/04/2012 - Clério José Borges participa em João Pessoa na Paraíba, como Convidado Especial, do II Encontro de Escritores da UBE Paraíba, tendo promovido o lançamento do livro de sua autoria, Dicionário Regional de Gírias e Jargões, editado pela Prefeitura da Serra, com recursos da Lei Chico Prego, Arcelor Mittal e Magnesita, bem como proferiu palestra sobre Leis de Incentivo à Cultura e na Câmara Municipal de Sapé, "Casa de Augusto dos Anjos e plenário Severino Damião da Silva", localizada na Avenida Getúlio Vargas, foi realizada uma Sessão Solene Especial comemorativa ao Centenário do Livro Eu e aos 128 anos de nascimento de Augusto dos Anjos, presidida pelo Vereador, Juciê Guarabira. A mesa que presidiu a solenidade na Câmara de Vereadores de Sapé, Paraíba foi composta ainda pelo Presidente da UBE/Paraíba, Ricardo Bezerra e pela Profa. Maria do Socorro Silva de Aragão, da UFPB, Universidade Federal da Paraíba e Academia de Letras e Artes do Nordeste, ALANE-PB. Durante a solenidade fizeram uso da palavra, a Escritora Marinalva Freire da Silva que fez uma rápida análise da obra de Augusto dos Anjos e falou da tradução que ela havia feito para o Espanhol do Livro Eu (Yo) e o Escritor Clério José Borges, da Cidade da Serra, ES, que além de falar da Poesia de Augusto dos Anjos declamou alguns de seus poemas, entre os quais, "Versos Íntimos". No Encontro dos Escritores realizado de 19 a 21 de Abril de 2012, pelo Presidente da UBR/PB, Ricardo Bezerra, Clério e Zenaide conheceram o Cantor e Compositor Chico César, na ocasião, Secretário Estadual de Cultura da Paraíba. Nas fotos: Zenaide Thomes Borges, uma Senhora de João Pessoa, o Secretário Chico César e Clério José Borges. Cantor Chico César e Clério Borges. Clério concedendo entrevista ao Jornalista Arlindo Nóbrega, de São Paulo.





O Trovismo Capixaba. Livro individual de Clério José Borges. História da Trova Capixaba. Lançado pela Editora Codpoe, (RJ), em 1990, com 82 páginas. Capa do Artista Plástico Licurgo. Tiragem de 1000 exemplares.


Alvor Poético. Livro individual de Clério José Borges. Poesias e Trovas. Lançado pela João Scortecci Editora, (SP), em 1996, com 52 páginas. Tiragem 1000 de exemplares. Exemplar: R$ 5,00. (Tel.: 55 - 021 - 27 - 9257 82 53)


Trovadores 87 Antologia de Trovas organizada por Clério José Borges e Antônio Soares. Edições Caravela, 1987 - 2º Volume. Participação de 45 trovadores. Tiragem de 1000 exemplares, com 124 páginas. Esgotado.


O Melhor dos Melhores Trovas de vários Trovadores. Lançado em 1987. Coleção Capixaba. Editora Edições Caravela, de Porto Alegre, RS. Tiragem de 1000 exemplares. Esgotado.


Trovadores Brasileiros da Atualidade Obra lançada durante o V Seminário Nacional da Trova em 1985. Edições Caravela. Tiragem de 1000 exemplares, com 112 páginas. Esgotado.


Trovadores dos Seminários Nacionais da Trova Antologia de Trovas, organizada por Clério José Borges e Santa Inéze da Rocha - Instituto Cultural Português. Edições Caravela, 1985, com 64 páginas. Capa de Licurgo. Tiragem de 1000 exemplares. Esgotado.


O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe Livro de Cordel de Clério José Borges, com 8 páginas. Folclore Capixaba. Edição do CTC, de 2004 - 2005. A lenda de um Vampiro que atormentava as pessoas em Jacaraípe, Serra, ES, em 1915. 500 Exemplares.


Origem Capixaba da Trova Livro de Clério José Borges sobre a origem Capixaba da Trova, composição poética de quatro versos sete silábicos, com rima e sentido completo. Coleção Neotrovismo Capixaba. Editora CTC 1997 - 2007. 1000 Exemplares.


Serra em Prosa e Versos - Poetas e Escritores da Serra Livro Poetas e Escritores da Serra, uma pesquisa realizada pelo Escritor Clério José Borges, reunindo 147 Poetas com textos sobre a História da Serra e sobre fatos e personagens da Cidade da Serra, no Espírito Santo.


História da Serra - 3ª Edição Ano: 2009 Livro História da Serra. Terceira Edição da obra que foi premiada em 1998. Uma Edição revista e atualizada, com mais detalhes e mais informações. Vendido na Livraria Doce Saber do bairro de Laranjeiras - Serra ES, (Tel.: 27 - 32 81 24 89) e na Loja Biss, também localizada em Laranjeiras, na Avenida Central, 907. E-mail: biss@lojabiss.com.br (Tel.: 27 - 33 38 39 05).


Dicionário Regional de Gírias e Jargões São mais de Dez mil Gírias e Jargões coletados pelo Escritor Clério José Borges durante 15 anos, no seu trabalho profissional como Escrivão da Polícia Civil. São Gírias da Malandragem e Policiais. Dos Noiados até das Patricinha. À Venda na Livraria Doce Saber, (Tel.: 27 - 32 81 24 89) e na Loja Biss de Laranjeiras Serra ES. E-mail: biss@lojabiss.com.br (Tel.: 27 - 33 38 39 05). Gírias do nosso povo brasileiro.